O mais primitivo dos sentidos
Artwork details
Nesta obra o autor chama a atenção para o mais primitivo dos sentidos: o olfato, peça chave na sobrevivência da maioria das espécies, porém impiedosamente negligenciado pela humanidade moderna.
Não é dia, não e noite, é apenas um obscuro momento na realidade incerta do homo-non-sapiens. Dois seres da mesma espécie que se misturam em um, não são negros, não são brancos, nem amarelos, pois a sua inconsciência é coletiva e sem cor definida.
Personagens centrais protagonistas na obra, são responsáveis diretos pelo seu não-futuro. Irresponsavelmente dominando a paisagem, a transformam sem pensar nas consequências vindouras, lentamente envenenando o próprio ar que respiram, sua atmosfera não é mais azul. Mistura de gases tóxicos a tornaram violeta, mas para eles é mais uma cor que não enxergam, pois estão cegos. Perfume da manhã, da tarde, da noite: é sonho?..... pesadelo?..... loucura?......Profecia?......Paranoia?....Histeria?, ou apenas um réquiem pelo nosso único lar: o planeta azul.
- Country
- Brazil
- Category
- Painting
- Technique
- Acrylic
- Medium
- Canvas
- Theme
- Others
- Dimensions
- 31.5 × 23.6 in
- On Artelista
- SINCE FEBRUARY 27, 2012
- Tags
- expressionismo, abstrato, arte contemporanea, acrilico sobre tela
- License
- © All rights reserved
About the artist
Gustavo Rincón Moreno
Brazil | Painting, Digital
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